Carregando... Aguarde...

Newsletter


Bíblia Hebraica Stuttgartensia

  • Imagem 1
De:
R$ 98,00
Por apenas:
R$ 82,00 (Você economiza R$ 16,00)
COD:
BHS353
Qualificação:
( )
Entrega:
Pagamento:
Indique:
Compartilhar:


Descrição do produto

BHS353 - Bíblia Hebraica Stuttgartensia

Texto no Original em Hebraico com prefácio (3 páginas) em português e espanhol

K. Elliger & W. Rudolph
Sociedade Bíblica do Brasil & Sociedade Bíblica Alemã

13 x 19 cm

1.574 páginas
0.670 g Capa Dura - Papel Creme
ISBN 3-438-05219-9
     
  Editada sob a coordenação de Karl Eliger e Wilhelm Rudolph. 5ª edição revisada, de 1997, preparada por Adrian Schenker.  
     
     
 
Edição crítica padrão da Bíblia Hebraica, com texto hebraico baseado no Códice Leningradense
Revisão completa do aparato massorético por Gérard E. Weil
Massora Parva (Menor) completa impressa na margem, remetendo o leitor à Massora Magna (Maior), impressa separadamente
Introdução em português, inglês, alemão, francês, espanhol e latim
Glossário em inglês e alemão para palavras e abreviaturas latinas
 
     
     
 
Acadêmicos em geral
Pastores e obreiros
Estudantes de Teologia

---------------------------------------------------------

Prefácio da Primeira Edição - Primeira Parte

1. TIPO DE LETRA. As antigas matrizes do tipo empregado na BHK. [...].

2. TEXTO. Quanto ao texto, pretendemos reproduzi-lo, fielmente, tal como o oferece em sua forma final o Códice L. Por conseguinte, tem-se renunciado a “correção dos erros patentes dos copistas”. Um exemplo de como temos procedido em casos duvidosos é a nota 15ª do aparato crítico do capítulo 2 de Isaías. Deixamos de acrescentar o silluq quando falta, como acontece às vezes, e em especial o meteg que raramente aparece, sobretudo porque no próprio manuscrito este último sinal encontra-se às vezes à esquerda e às vezes à direita da vogal; assim mesmo o silluq é colocado, ocasionalmente à direta. Por outro lado, como tem-se feito até agora, o sinal rafê tem-se omitido quase sem exceção, pois de outro modo, surgiram insuperáveis dificuldades técnicas. De modo semelhante, e nos apartando nisso do manuscrito, retivemos a colocação dos sinais pe e samekpara indicar a subdivisão  em parágrafos, imprimindo-os, precisamente como antes, com um tipo menor de letra. Para comparação da BHS com o Códice L tivemos à nossa disposição um microfilme do original, do qual foram tiradas fotografias em Tübingen. Desta vez devemos a tarefa de colação executada muitas vezes por inteiro, a maneira de controle, ao abnegado trabalho do professor Hans P. Rüger, assim como aos vários auxiliares editoriais que se ocuparam na comparação por seções do manuscrito ou o examinaram de perspectivas particulares. Sentimo-nos muito gratos à direção da Biblioteca Pública Estatal Saltykov-Shchedrin (atual Biblioteca Nacional Russa), de Leningrado (atual São Petersburgo) por sua preparação do microfilme que foi particularmente difícil por causa da necessidade de desencadernar o manuscrito. As indispensáveis negociações em Leningrado foram levadas ao termo em 1957 pelo professor Kurt Aland, por iniciativa do professor Otto Eissfeldt.

3. MASORÁ. Por fim, pudemos cumprir aqui a promessa feita por Kittel de apresentar a massorá completa do Códice L. Isto devemos, exclusivamente, ao imenso trabalho do professor Gérard E. Weil, de Nancy, a quem coube toda responsabilidade por esta parte da edição. O leitor encontrará a massorá menor (masora parva) impressa na margem, como anteriormente, mas completamente refeita, de acordo com os princípios que Weil pôde ainda discutir com Paul E. Kahle e que foram de plena aprovação deste. A massorá maior (masora magna) apareceu em um volume à parte, o qual gozando de um louvável reconhecimento ao longo do tempo, tem sido publicado conjuntamente pela Württembergische Bibelanstalt, em Stuttgart e pelo Pontificium Institutum Biblicum, de Roma, sob o título Massorah Gedolah (masora magna), tomo I e, às vezes, como tomo II da BHS. No presente tomo I da BHS, é inserido na parte superior da aparato crítico um registro impresso em tipo de igual tamanho ao da massorá maior (mm). Para mais pormenores, veja a seção II do presente Prefácio.

4. APARATO CRÍTICO. O aparato crítico que se encontra no rodapé de cada página aparece refeito por completo. Isto deve-se, principalmente, ao fato de que tem havido uma mudança na maioria dos colaboradores encarregados de prepará-los. Mas, o que mais chama a atenção é o fato de termos abandonado a discutível distinção que se fazia no aparato anterior entre “variantes simples e informações menos importantes” por um lado e “as verdadeiras mudanças textuais e outras mais importantes indicações” por outro. Até onde tem sido possível, os colaboradores têm aproveitado o material acumulado no intervalo entre a edição anterior e a presente; tem-se melhorado o seu método graças aos progressos da investigação na história do texto e também tem-se efetuado considerável restrição a conjecturas e retroversões derivadas das antigas versões. Desde já, essas vantagens são indicadas e é de se esperar que resultem em uma maior utilidade da obra. [...].

Retirado da introdução em português desta edição, impressa no Brasil pela Sociedade Bíblica do Brasil.

Escreva seu próprio comentário para o produto

Comentários

Este produto não recebeu nenhum comentário até agora. Seja o primeiro e enviar um comentário para este produto!

Adicionar na lista de favoritos

Clique no botão abaixo para adicioná-lo Bíblia Hebraica Stuttgartensia para sua lista de favoritos.

Você visualizou recentemente...